Author Archive: José Carona Carvalho

Gestor de Projeto no Gabinete de Projetos Open Access dos Serviços de Documentação da Universidade do Minho. Gestão dos serviços de informação, apoio e formação são as áreas de intervenção.

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Visita Técnica ao IBICT

Visita Técnica ao IBICT

Decorreu nos dias 21 a 24 de novembro 2016 uma visita técnica ao Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT) com o intuito de partilhar os desenvolvimentos das equipas do projeto RCAAP e OASISBR.

Durante estes dias foram efetuadas apresentações sobre os serviços atuais e o trabalho futuro. O principal ponto de discussão foi o desenvolvimento de ferramentas e funcionalidades que suportam os portais nacionais (Portal RCAAP e OASISBR). Houve ainda a oportunidade de contar remotamente com a equipa do projeto La Referência com que o IBICT tem vindo a colaborar. Esteve também presente um elemento técnico do Repositório da UFMA – Universidade Federal do Maranhão.

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Associada à temática de portais agregadores, foi também discutida a necessidade de novos esquemas de metadados, passando obviamente por introduzi-los nos repositórios, quer seja através de esquemas existentes ou de novos como o CERIF-XML.

Do lado brasileiro, foram apresentados os desenvolvimentos do novo Portal SEER, um diretório de revistas com uma caracterização e validação bastante completas. Este desenvolvimento poderá servir para substituir o atual diretório Luso-Brasileiro por exemplo.

Foi ainda apresentado o dashboard de estatísticas associado à BDTD, que será depois alargado aos repositórios integrados no OASISBR. Este dashboard público permitirá obter facilmente estatísticas sobre o conteúdo do sistema como um todo ou dos recursos em particular.

Finalmente, além da partilha de código dos vários serviços, foi discutido o modelo de gestão do OASISBR com base na experiência do projeto RCAAP, deixando em aberto um novo serviço de apoio ao utilizador e uma nova estrutura de gestão baseada principalmente nas recentes redes criadas RRIAA (Redes de Repositórios Institucionais de Acesso Aberto).

Autor: José Carona Carvalho

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By 24 de Novembro de 2016 Read More →
1º Seminário de Acesso Aberto à Informação Científica

1º Seminário de Acesso Aberto à Informação Científica

Decorreu em Maputo, na Universidade Eduardo Mondlane, no passado dia 9 de maio de 2016 o primeiro seminário de acesso aberto à informação científica com o intuito de alargar à comunidade lusófona a divulgação e discussão das estratégias de gestão da produção científica moçambicana.
Este evento satélite da CONFOA, teve a parceria da Universidade do Minho, da Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT) e o Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia.

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O seminário abordou as temáticas consideradas essenciais para a actual situação de Moçambique e centrou-se na Políticas de Acesso, nas Infraestruturas Tecnológicas e de Informação para o Acesso Aberto, nas Revistas Científicas de Acesso Aberto e finalmente na Propriedade Intelectual e Direitos Autorais nas práticas científicas em formatos digitais.

No dia 10 de maio decorreram ainda 3 workshops para apresentar e discutir com mais detalhe os tópicos abordados no seminário:
– Workshop sobre Gestão de Repositórios
– Workshop sobre Interoperabilidade
– Workshop sobre Políticas de Acesso Aberto

Com um considerável número de participantes e uma participação ativa no debate, este primeiro seminário foi claramente um sucesso conseguido com todo o apoio local da Universidade Eduardo Mondlane.

O evento foi ainda noticiado nos media e televisão pública.

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Autor: José Carona Carvalho

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By 16 de Maio de 2016 Read More →
Workshop “Acesso aberto e gestão dos dados científicos: os requisitos do H2020 e a estratégia da UMinho”

Workshop “Acesso aberto e gestão dos dados científicos: os requisitos do H2020 e a estratégia da UMinho”

Dia 27 de abril | 9h30-12h00 | Auditório B1, campus de Gualtar, Braga

Realiza-se no próximo dia 27 de abril (quarta-feira), das 9h30 às 12h00, no auditório B1 do campus de Gualtar, em Braga, o workshop “Acesso Aberto e Gestão de Dados Científicos”, onde serão detalhados os requisitos da política de Acesso Aberto no Horizonte 2020 e igualmente do projeto-piloto dos Dados Abertos de Investigação no quadro do H2020. A entrada é livre.

A sessão terá a presença da especialista Joy Davidson, do Digital Curation Center do Reino Unido, que irá apresentar os componentes fundamentais da elaboração de planos de gestão de dados para projetos de investigação. O workshop contará também com intervenções do vice-reitor Rui Vieira de Castro e de Eloy Rodrigues e Pedro Príncipe, dos Serviços de Documentação da UMinho.

Esta iniciativa enquadra-se nas atividades do projeto europeu FOSTER (Facilitating Open Science Training in European Research) e serve para assinalar o arranque do processo de definição de uma política institucional, e dos serviços a ela associados, relacionados com os dados de investigação produzidos na UMinho. Com este workshop, bem como outras ações a realizar no futuro, pretende-se contribuir para promover a adoção de boas práticas relativas à acessibilidade e gestão dos dados científicos recolhidos e gerados no âmbito da investigação realizada na UMinho.

PROGRAMA

09h30 | Sessão de abertura, por Rui Vieira de Castro (vice-reitor da UMinho)

09h45 | “O Acesso Aberto e a Ciência Aberta no H2020”, por Eloy Rodrigues (SDUM)

10h05 | “O projeto-piloto de dados científicos abertos no H2020”, por Pedro Príncipe (SDUM)

10h30 | “Data management plans”, por Joy Davidson (Digital Curation Center)

11h15 | Perguntas e discussão

11h45 | Sessão de encerramento, por Rui Vieira de Castro (vice-reitor da UMinho)

 

Mais informações: openaccess@sdum.uminho.pt, 253604150, www.fosteropenscience.eu/events

Autor: José Carona Carvalho

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By 20 de Abril de 2016 Read More →
Workshop – A Ciência Aberta no H2020

Workshop – A Ciência Aberta no H2020

Workshop – Open Science and European Open Access policies in H2020

Realiza-se no próximo dia 26 de abril, das 9:00 às 12:00 no Centro Cultura Vila Flor em Guimarães, integrado no 5° Encontro Português de Jovens Químicos (PYCheM) e o 1° Encontro Europeu de Jovens Químicos (EYCHeM) (http://5pychem.eventos.chemistry.pt/), um workshop dedicado à Ciência Aberta e à política Open Access do programa quadro H2020.

Focado nos jovens investigadores, este workshop pretende apresentar as vantagens da Ciência Aberta no contexto atual da gestão de ciência e a forma como os financiadores potenciam esse contexto aberto, quer para as publicações, quer para os dados científicos.

Programa:

What could Open Science mean for Chemistry? – Simon Coles – University of Southampton

Open Access to Publications in H2020 – Pedro Príncipe – University of Minho

Research Data Management – Joy Davidson – Digital Curation Centre

 

Esta iniciativa promovida pelo projeto FOSTER permite-lhe participar gratuitamente no workshop, sujeito a inscrição através do correio eletrónico europychem@gmail.com para onde devem enviar o vosso nome completo.

 

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Autor: José Carona Carvalho

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By 19 de Abril de 2016 Read More →
Lançamento do Repositório institucional da Universidade Nacional de Timor Lorosa’e

Lançamento do Repositório institucional da Universidade Nacional de Timor Lorosa’e

Foi apresentado em Dili, no dia 24 de novembro, o Repositório da Universidade Nacional de Timor Lorosa’e, numa sessão que contou com a presença do Reitor da Universidade do Minho. A criação deste novo repositório, que se constitui como mais um marco relevante para o crescimento do acesso aberto no espaço lusófono, é o resultado de um protocolo celebrado entre a Universidade Nacional de Timor Lorosa’e e a Universidade do Minho.

O Repositório UNTL disponibiliza um acervo crescente das publicações científicas produzidas nas universidades de Timor Lorosae. O objetivo do Repositório UNTL é armazenar, preservar, divulgar e dar acesso à produção intelectual das instituições timorenses em formato digital e maximizar a visibilidade, uso e impacto da sua investigação através do Acesso Aberto.

Consulte e divulgue >>> http://repositorio.untl.edu.tl/

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Autor: José Carona Carvalho

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By 7 de Dezembro de 2015 Read More →
A Conferência Open Repositories 2015

A Conferência Open Repositories 2015

Um dos maiores eventos internacionais dedicados à temática dos repositórios decorreu nos dias 8 a 11 de junho de 2015 na cidade de Indianapolis nos Estados Unidos.

Tem sido habitual a participação de elementos do Gabinete de Projetos Open Access da Universidade do Minho no Open Repositories, que decorre anualmente, mas alternadamente na Europa e nos Estados Unidos. Este fórum de ideias focadas nos repositórios engloba vários interessados, desde elementos mais técnicos, bibliotecários, gestores de repositórios, etc.

Além de permitir estar em contato direto com os intervenientes dos projetos mais inovadores nesta área, permite também apresentar o trabalho desenvolvido, quer em Portugal no âmbito do projeto RCAAP, quer a nível internacional nos projetos em que a Universidade do Minho participa.

Dando seguimento ao trabalho apresentado no ano passado na Finlândia sobre o processo de auditoria aos repositórios institucionais do serviço SARI, foram agora apresentados os resultados finais da auditoria. Apesar de não ser um tópico focado em desenvolvimentos como muitos que são apresentados, esta temática tem revelado bastante interesse e curiosidade na comunidade internacional. Apesar dos processos de auditoria serem já bastante usados, não o tinham ainda sido no contexto dos repositórios institucionais, e ainda menos na escala potenciada pelo serviço SARI em que foram analisados 25 repositórios.

Por outro lado, o processo de auditoria só é efetivamente desenvolvido quando existe alguma maturidade nos processos e nos serviços, e isso denota também a qualidade e o empenho que os gestores de repositórios têm no desempenho das suas atividades.

No âmbito do OpenAIRE, foi apresentada uma comunicação que apresenta a rede de repositórios do OpenAIRE e os seus serviços e foca na importância dos repositórios institucionais como serviços de valor acrescentado. Um dos exemplos apresentados foi a integração das publicações financiadas pela FCT no Portal OpenAIRE.

Em cada conferência são aproveitados alguns dias, antes e depois do evento, para juntar presencialmente alguns grupos de interesse como no nosso caso do DSpace.

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No que diz respeito às novidades, foi apresentado o plano estratégico para as próximas duas versões do DSpace, quer do ponto de vista tecnológico como da gestão da comunidade e da sua sustentabilidade.

As próximas prioridades podem ser consultadas no Roadmap da aplicação. Está já a ser preparado o Dspace 6 para ser disponibilizado à comunidade este ano com mais alguma novidades. Um dos aspetos que merece ser destacado é a previsão de que o Dspace 7 tenha já uma única interface do Dspace, terminado nesse momento os desenvolvimentos paralelos que têm vindo a ser desenvolvidos para os interfaces JSPUI (em uso nos repositórios SARI) e XMLUI.

Os principais tópicos abordados foram o uso do ORCID no contexto dos repositórios e integrados com sistemas de gestão das instituições de ensino, sendo alguns deles sistemas CRIS (Current Research Information Systems). As ontologias, os dados científicos e a preservação digital foram outras das temáticas apresentadas. Poderão consultar o programa e respetivas apresentações no website.

De destacar ainda as duas sessões plenárias, a primeira com Katlin Thaney que abordou a questão da “Open Science” e dos projetos desenvolvidos no Mozilla Science Lab (consultar apresentação). Na segunda sessão plenária, foi a vez de um dos criadores do Google Scholar, Anurag Acharya tecer um conjunto de problemas e resoluções no que diz respeito à indexação dos repositórios científicos no nesse serviço (consultar apresentação). As gravações das sessões serão disponibilizadas posteriormente.

A próxima edição do Open Repositories 2016 será em Dublin, na Irlanda!

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Autor: José Carona Carvalho

Gestor de Projeto no Gabinete de Projetos Open Access dos Serviços de Documentação da Universidade do Minho. Gestão dos serviços de informação, apoio e formação são as áreas de intervenção.

By 18 de Junho de 2015 Read More →
As novas regras do Google e o acesso à publicação científica

As novas regras do Google e o acesso à publicação científica

A utilização crescente de dispositivos móveis na Internet tem levado ao desenvolvimento dos websites responsivos para dar resposta otimizada à visualização da informação em vários dispositivos (smartphones, tablets e computadores).

Recentemente, foi a vez do motor de pesquisa Google alterar as suas regras de apresentação dos resultados em função da capacidade de um website de ser apresentado aos dispositivos móveis (designado por “mobile-friendly”).

São considerados “mobile-friendly” os websites que contenham as seguintes características após análise dos robots da Google:

  • Evita software não recomendado em dispositivos móveis, como o Flash
  • Possui texto que permite a sua leitura sem zoom
  • Adapta o tamanho do conteúdo para que o utilizador não tenha que deslizar a página na horizontal (scroll) ou fazer zoom
  • Coloca os links distantes o suficiente para poderem ser corretamente tocados

Se pretender efetuar um teste ao seu repositório, revista ou outro serviço, faça já este teste: Mobile-Friendly Test

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Analisando as várias versões de software usadas no âmbito da gestão de publicações científicas em Portugal, verificamos que ao nível do DSpace, as versões 4 e superiores estão já compatíveis com as novas regras da Google. Neste caso, por exemplo o RepositóriUM cumpre com os novos requisitos.

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Ao nível do Open Journal Systems (OJS), as versões atuais em produção não são ainda compatíveis com os novos requisitos, sendo que a versão 3, que deverá ter uma nova versão beta a meados de 2015, já permitirá o cumprimento desses requisitos, ou pelo menos facilitará essa compatibilidade.

É previsível que esta nova regra da Google venha a ser seguida pelos principais motores de pesquisa pois o acesso à Internet através de dispositivos móveis tem vindo a crescer e esta medida surge como uma forma de facilitar o acesso e a experiência de uso dos utilizadores. Além da questão de usabilidade e interface, este tópico pode ser particularmente importante para os repositórios no que diz respeito à sua visibilidade na web e ao acesso aos seus conteúdos.

Para quem pretender aprofundar a questão, existe alguma documentação (para já em inglês) para analisarem algumas recomendações:

 

Autor: José Carona Carvalho

Gestor de Projeto no Gabinete de Projetos Open Access dos Serviços de Documentação da Universidade do Minho. Gestão dos serviços de informação, apoio e formação são as áreas de intervenção.

By 7 de Maio de 2015 Read More →
Experimente o Novo Validador RCAAP

Experimente o Novo Validador RCAAP

O Projeto RCAAP disponibilizou recentemente a versão beta do novo Validador RCAAP. Esta nova versão pretende tornar mais versátil e alargar o âmbito do tipo de validações disponíveis aos recursos de informação científica.

Usando como interface o protocolo OAI-PMH, este validador analisa os metadados de acordo com diversos contextos de validação como as diretrizes DRIVER, trabalhos financiados pela FCT, pela comissão europeia através das diretrizes OpenAIRE, as teses e dissertações, entre outros perfis. Integrada no processo de agregação do Portal RCAAP, a ferramenta pode ainda ser usada para apoiar planos de preservação de dados, identificando os formatos dos ficheiros através da ferramenta FITS.

O processo de validação de metadados aplica 3 tipos diferentes de validações:

  1. Verifica a presença de elementos (ex: título);
  2. Verifica se o elemento está bem formatado (ex: data);
  3. Verifica se o conteúdo é igual a um vocabulário (ex: dc.rights com base em orientações driver).

Uma das principais novidades da segunda versão do Validador RCAAP é a possibilidade de escolher um determinado conjunto (set do OAI-PMH), ou seja, uma coleção do repositório ou uma secção de uma revista.

Finalmente, integra uma nova interface e uma tradução em Inglês para que esteja disponível para os gestores de repositórios de todo o mundo.

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Esta atualização do Validador RCAAP disponibiliza uma ferramenta para promover a qualidade do repositório, a sua harmonização e a interoperabilidade a nível nacional e internacional.

Autor: José Carona Carvalho

Gestor de Projeto no Gabinete de Projetos Open Access dos Serviços de Documentação da Universidade do Minho. Gestão dos serviços de informação, apoio e formação são as áreas de intervenção.

By 5 de Maio de 2015 Read More →
O que é o ORCID?

O que é o ORCID?

Hoje em dia é cada vez mais difícil manter uma lista atualizada do número de publicações que os investigadores desenvolvem, quer orcid_128x128pela diversidade de serviços de informação onde os trabalhos são publicados e distribuidos, quer pela quantidade de trabalhos desenvolvidos em co-autoria. Nos processos de gestão desta informação existiu sempre a problemática da identificação inequívoca do autor, sendo na maior parte dos casos apenas possível ao nível da instituição.

O ORCID (Open Researcher and Contributor Identifier), pretende resolver esse problema através da atribuição de um identificador universal a cada investigador.

ORCID para Investigadores

O ORCID é gratuito para os investigadores e permite a criação de uma conta pessoal onde o autor identifica a sua publicação científica nas bases referenciais disponíveis (ANDS, PubMed Central, ResearcherID, SCOPUS, DataCite, CrossRef…). Para cada uma das fontes, o autor deve autorizar a fonte (base de dados) para associar ao seu perfil e desse modo poder usufruir da integração desenvolvida nessa base de dados para o ORCID.

Por exemplo, se adicionar a CrossRef Metadata Search ao seu perfil ORCID, vai aceder ao serviço já autenticado com a sua conta do ORCID, permitindo a associação dos registos de uma forma mais fácil e integrada.

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Login ORCID integrado no CrossRef

 

Após uma pesquisa, o utilizador tem acesso a um botão que adiciona a produção científica identificada na conta ORCID do utilizador.

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Registo da Pesquisa no CrossRef com ORCID

Este mecanismo permite de forma clara e integrada adicionar os registos à sua conta.

Nos caso dos utilizadores que não seguem diretamente a via do ORCID para ir consultar as bases de dados, existe no próprio sistema (CrossRef Metadada Search neste exemplo) uma opção para efetuar login com as credenciais do ORCID como ilustra a seguinte figura.

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Login no CrossRef Metadata Search com dados do ORCID

Para os investigadores que não possuem os seus trabalhos nas bases de dados ligados ao ORCID, têm sempre a possibilidade de colocar o registo manualmente ou de enviar uma lista de referências bibliográficas em Bibtex.

Veja o vídeo oficial sobre o serviço ORCID que demonstra facilmente como funciona o ORCID.

What is ORCID? from ORCID on Vimeo.

 

ORCID para Organizações

Nas organizações que desenvolvem investigação, como as Universidades, Institutos, Hospitais, etc, o foco de atuação do sistema ORCID está nos relatórios da atividade científica, na consulta dessa informação e na introdução dessa informação nos sistemas internos das instituições.

Por outro lado, permite a criação de contas dos autores atualizadas com as contas institucionais. Finalmente, permite utilizar a informação do ORCID para popular o repositório institucional ou até atualizar o ORCID com base no que está no repositório.

 

Programadores

Enquanto serviço integrado que o ORCID pretende ser, têm feito esforços no sentido de definir novas oportunidades para integrarem os identificadores ORCID nos sistemas existentes e nos seus workflows como nos RIS, sistemas de gestão de revistas, de financiadores e bases de dados sob subscrição. Só a partir do momento em que os dados são integrados localmente é que é depois possível ligar toda a informação e de forma automática ao autor.

Existe documentação para os programadores, onde podem iniciar e conhecer um pouco melhor a API do ORCID (http://support.orcid.org/knowledgebase/articles/180285-introduction-to-the-orcid-api), registar a API de desenvolvimento (http://orcid.org/node/176), e pedir ajuda (http://support.orcid.org/).

Existe também uma apresentação das 5 formas mais comuns de integrar com o ORCID (http://prezi.com/xdrpzjogxqns/orcid-member-integration-guide/):

– Obter o ORCID ID de um utilizador
– Obter dados de um registo ORCID
– Permitir a importação do fornecedor de dados
– Ligar o perfil de utilizador ao sistema de autoridade institucional
– Criar ID´s ORCID para os colaboradores

Pode-se monitorizar a evolução das integrações com o ORCID: http://orcid.org/organizations/integrators/integration-chart assim como as integrações atuais com o ORCID: http://orcid.org/organizations/integrators/current

Para se poder utilizar algumas funcionalidades avançadas do serviço é necessário tornar-se membro institucional e aderir a um dos acordos disponíveis, dependendo do tipo de integração e âmbito desejados.

Autor: José Carona Carvalho

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By 13 de Novembro de 2014 Read More →
5ª Conferência Luso-Brasileira sobre Acesso Aberto realizada com sucesso em Coimbra

5ª Conferência Luso-Brasileira sobre Acesso Aberto realizada com sucesso em Coimbra

Decorreu nos passados dias 6 a 8 de outubro a 5ª Conferência Luso-Brasileira de Acesso Aberto na Universidade de Coimbra. Este evento congrega a comunidade portuguesa e brasileira relacionada com o tema do Acesso Aberto à produção científica, focado nos repositórios, revistas e nesta edição com particular enfoque nos dados científicos abertos.

Com o aumento substancial do número de trabalhos submetidos e aprovados para a conferência, foi necessário criar novas formas de apresentação  para conseguir concentrar nos dois dias do evento a totalidade dos trabalhos relevantes submetidos. Assim, além das comunicações e da habitual sessão de “O meu Poster num minuto”, este ano introduziu-se  o modelo “pecha kucha”.

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Houve ainda espaço (pós-conferência) para dois workshops orientados às políticas de Acesso Aberto e dos dados científicos Abertos no âmbito do programa Horizonte 2020 da Comissão Europeia – workshops dinamizados no âmbito do projeto FOSTER:

As apresentações realizadas estão disponíveis no Slideshare da ConfOA e pode ver no grupo ConfOA do FLICKR algumas fotos do evento. Estão já disponíveis os vídeos das sessões: https://educast.fccn.pt/vod/channels/j84e3uqat .

 

Autor: José Carona Carvalho

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By 17 de Outubro de 2014 Read More →
O Portal do Conhecimento de Cabo Verde

O Portal do Conhecimento de Cabo Verde

Resultante de um protocolo de colaboração entre a Universidade do Minho e o Ministério do Ensino Superior, Ciência e Inovação de Cabo Verde (MESCI), o Portal do Conhecimento reúne a produção científica de um conjunto alargado de instituições assim como um acervo bibliográfico de documentos governamentais e históricos sobre Cabo Verde.

Coube ao Gabinete de Projetos Open Access o desenvolvimento do Portal no qual foi adotado um conceito misto de biblioteca digital e de repositório científico. Esta abordagem obrigou à utilização de dois esquemas de metadados distintos, permitindo a separação clara destas duas tipologias de documentos e a adoção das diretrizes DRIVER para os conteúdos científicos.

No levantamento dos recursos disponíveis para integrar o Portal do Conhecimento, existia já o Repositório da Universidade Jean Piaget que foi automaticamente integrado no Portal, permitindo-lhe independência total dos seus conteúdos. Os restantes conteúdos são submetidos automaticamente no Portal pelas respetivas comunidades.

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Iniciado em março de 2012, o Portal do Conhecimento conta, dois anos depois, com 581 registos da biblioteca digital e 1638 trabalhos científicos.

Na biblioteca digital existem diversos documentos sobre Cabo Verde assim como equivalências de teses e dissertações.

Ao nível dos trabalhos científicos desenvolvidos em instituições de Cabo Verde, conta principalmente com teses e dissertações, cerca de 60% dos documentos, sendo que cerca de 90% estão disponíveis em língua portuguesa.

O Portal do Conhecimento de Cabo Verde é mais uma iniciativa que contribui para a disponibilização em acesso aberto da produção científica em língua portuguesa!

Autor: José Carona Carvalho

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By 4 de Agosto de 2014 Read More →
Verifique a visibilidade do seu repositório!

Verifique a visibilidade do seu repositório!

Neste contexto digital de gestão da informação científica é fundamental garantir que a presença na web está otimizada para que os utilizadores encontrem realmente aquilo que procuram.

No contexto dos repositórios de informação científica, as maiores fontes de tráfego continuam a ser os motores de pesquisa como o Google Scholar que identificam, organizam e disponibilizam para pesquisa os conteúdos dos repositórios. Contudo, para que tudo isto funcione é necessário que os repositórios, assim como outros recursos na internet, tenham em atenção alguns aspetos básicos de SEO (Search Engine Optimization).

Cientes da problemática, o DuraSpace, Google Scholar e a @mire desenvolveram e apresentaram na conferência “Open Repositories 2014” uma pequena ferramenta gratuita “DSpace SEO analysis” que pretende analisar rapidamente o seu repositório e identificar eventuais falhas.

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Esta análise ao repositório baseia-se no ficheiro “robots.txt” que possui um conjunto de regras com base nessa informação poderá imediatamente ter acesso a um pequeno relatório. Se desejar mais informações deverá solicitar através de email que deve ter o mesmo domínio do endereço do repositório.

Estão previstas mais funcionalidades de futuro, mas para já verifique o seu repositório!

Autor: José Carona Carvalho

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By 25 de Julho de 2014 Read More →
Novas abordagens para o futuro da Publicação Científica: integração “Fiduswriter” e “Open Journal System”

Novas abordagens para o futuro da Publicação Científica: integração “Fiduswriter” e “Open Journal System”

Os recentes desenvolvimentos tecnológicos, principalmente nesta última década, obrigaram a repensar o sistema de publicação científica com alterações nos processos inerentes à publicação.

Analisando os diversos sistemas agregadores de informação científica, verificamos que existem várias abordagens na forma como se apresentam os resultados e na forma como se organizam os mesmos. O caso do SCIELO, por exemplo, implica a transformação do texto integral para o formato HTML, de acordo com determinadas regras. Já na Pubmed, o formato utilizado é o XML mas apenas para os metadados. No contexto da Pubmed Central, o texto integral é obrigatório, usando como formato o XML de acordo com uma especificação própria, o JATS. Finalmente, no contexto dos repositórios, preconiza-se um formato amplamente divulgado e de fácil acesso, como é o PDF.

A problemática neste contexto é: 1) o utilizador comum não tem facilidade em criar um artigo em formato HTML ou XML de acordo com as regras definidas por editores; 2) o papel e contributo do autor deve estar focado no conteúdo científico do artigo e não propriamente na sua forma.

Foi assim, com base nestas premissas, que Takuto Kojima da equipa do FIDUS WRITER se juntou a Alec Smecher da equipa do Open Journal System para trabalharem na integração destes dois sistemas.

O FIDUS WRITER é um editor de texto colaborativo orientado à escrita científica com a possibilidade de usar citações e fórmulas matemáticas. Tem como principal foco o conteúdo, permitindo depois exportar esse conteúdo para diversos formatos.
O Open Journal System (OJS) é uma aplicação para a gestão do ciclo editorial das revistas científicas, que além de permitir a gestão da submissão dos trabalhos, da revisão e edição, permite também apresentar os resultados científicos com inúmeras integrações com outros sistemas e um grande nível de interoperabilidade.

A ligação entre estes dois sistemas permite mudar por completo o processo de escrita científica, em que o autor utiliza um ambiente online (em oposição ao Word) que integra com o serviço de gestão da revista, neste caso o OJS. Nesta fase, trata-se apenas de referenciar o trabalho no processo de submissão da revista.

Posteriormente, no processo de revisão, o revisor consulta e anota a mesma versão online na qual o autor posteriormente poderá corrigir. Sendo assim, o trabalho é apenas um e são usadas funcionalidades de revisão/anotação.
No final do processo de revisão é exportado o conteúdo do trabalho no ou nos formatos mais adequados ao contexto (ebook, pdf, xml, html, epub, latex…).

Este processo está exemplificado no seguinte vídeo:

Consulte a entrevista completa aqui: http://fiduswriter.org/2014/01/20/fidus-writer-and-the-open-journal-systems/

Esta abordagem nos novos processos de publicação científica segue a tendência generalizada para centralizar na web (cloud) todos os conteúdos e serviços associados. O Google Drive é um bom exemplo, permitindo desenvolver na web as tarefas básicas do Word, Powerpoint e Excel.

Este iniciativa é reveladora da melhoria contínua do processo de publicação científica, aproveitando ao máximo as potencialidades da interoperabilidade dos sistemas.

Autor: José Carona Carvalho

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By 19 de Fevereiro de 2014 Read More →
DSpace 4.0 já disponível

DSpace 4.0 já disponível

A partir de hoje podem já descarregar a nova versão do DSpace, a 4.0.

As principais novidades são:
API Rest – Permite a consulta da informação contida no repositório (comunidades, coleções, registos) a partir de outros sistemas.
Request Copy – Esta funcionalidade foi incluída com base no addon Request Copy desenvolvido na Universidade do Minho e foi mais uma contribuição portuguesa para a aplicação DSpace.
Suporte para DOI – Sendo a utilização de identificadores persistentes uma boa prática na disseminação da produção científica, o DSpace tem agora suporte para o DOI (muito usado no contexto das revistas), além do já existente sistema Handle.

Além destas novidades, possui ainda atualizações ao suporte para a segunda versão do protocolo SWORD, melhorias na autenticação LDAP, na geração de miniaturas dos ficheiros, assim como melhorias na integração com o Google Scholar.

Ao nível da versão JSPUI, interface mais utilizado em Portugal, existe numa nova interface baseada no Bootstrap (ver outro post sobre o novo interface), assim como a possibilidade de ver os metadados de um registo na PubMed, Arxiv ou CrossRef.

Autor: José Carona Carvalho

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By 19 de Dezembro de 2013 Read More →
Uma breve análise aos futuros interfaces do DSpace & OJS

Uma breve análise aos futuros interfaces do DSpace & OJS

Os sistemas e aplicações no domínio da publicação científica e académica têm vindo a sofrer alterações ao longo do tempo, quer ao nível das tecnologias utilizadas, quer na abordagem que estes possuem diante do utilizador. Particularmente no contexto das plataformas de repositórios digitais e revistas científicas em acesso aberto está prestes a acontecer essa mudança, e de uma forma significativa.

No sistema DSpace está já prevista, para a versão 4.0 (dezembro 2013), a utilização da framework “Bootstrap” que vai alterar definitivamente o interface dos repositórios. Atualmente o DSpace oferece duas opções de interface, uma mais comum, a JSPUI e outra com algumas melhorias ao nível do interface designada XMLUI. A nova interface vem substituir a JSPUI.

Alguns exemplos do novo interface do DSpace:

 

 

No caso do OJS (Open Journal System), a próxima versão 3.0 vai herdar o trabalho desenvolvido com o OMP (Open Monograph Press) que concretiza uma nova abordagem com o utilizador. Este trabalho será também reutilizado nas restantes aplicações desenvolvidas pela PKP (Public Knowledge Project). Esta nova abordagem vai simplificar o interface do utilizador e uniformizar processos entre as várias aplicações do projeto PKP.

Exemplos do novo interface:

 

Estas mudanças nos interfaces de ambos os sistemas, era há muito um requisito pedido pela comunidade, contudo, o seu enorme impacto foi adiando sempre a sua implementação. As vantagens são óbvias, por um lado implementa um padrão de interface de acordo com as normas atuais, e por outro facilita o desenvolvimento e adaptação do aspeto gráfico. Destaque igualmente para a importância de tornar esses inferfaces adaptáveis (responsive) a vários tamanhos de ecrã, tornando-se claramente uma mais-valia para a utilização em dispositivos móveis como smartphones e tablets.

Além desses aspetos técnicos, também a usabilidade foi revista e os processos simplificados para aquilo que é mais comum ao utilizador comum. Esta alteração, apesar de positiva, vai afetar bastante os processos de quem já usava estas ferramentas, pois tudo mudou de sítio assim como afetará todos os recursos de apoio ao utilizador que deixarão de fazer sentido nas próximas versões destas aplicações.

Resta-nos aguardar pelo resultado final.

Autor: José Carona Carvalho

Gestor de Projeto no Gabinete de Projetos Open Access dos Serviços de Documentação da Universidade do Minho. Gestão dos serviços de informação, apoio e formação são as áreas de intervenção.

By 9 de Dezembro de 2013 Read More →