Author Archive: José Carona Carvalho

Gestor de Projeto no Gabinete de Projetos Open Access dos Serviços de Documentação da Universidade do Minho. Gestão dos serviços de informação, apoio e formação são as áreas de intervenção.

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Vídeo: O RepositóriUM: Testemunhos, factos e perspetivas

Vídeo: O RepositóriUM: Testemunhos, factos e perspetivas

Para assinalar o 10º aniversário do RepositóriUM, foi desenvolvido um vídeo ilustrativo da sua história que apresenta a sua génese, desenvolvimento e impacto, quer a nível institucional quer a nível da comunidade nacional e internacional.

Esta versão com 17 minutos conta como foi criado o serviço a nível institucional, a forma como se foi desenvolvendo ao longo do tempo e os objetivos estratégicos de futuro. Recheado de fotos e de depoimentos de vários intervenientes ligados à temática do Open Access e dos repositórios, apresenta a importância que este percursor serviço teve no desenvolvimento de outros repositórios em todo o mundo e a forma como as suas políticas institucionais foram uma referência e exemplo.Finalmente,  o vídeo apresenta os desígnios futuros e os desafios que este serviço terá na próxima década.

Veja o Vídeo!

Autor: José Carona Carvalho

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By 21 de Novembro de 2013 Read More →
Open Access Timeline

Open Access Timeline

Uma década após o arranque do RepositóriUM, é tempo de olhar para trás, de identificar os principais acontecimentos e referenciá-los para dar os próximos passos.

Integrada nas ações comemorativas do 10º Aniversário do RepositóriUM, esta timeline pretende dar a conhecer a evolução do repositório institucional da Universidade do Minho e o contexto em que ele se envolveu ao longo do tempo, integrado em diversas iniciativas.

Além dos marcos temporais, foram disponibilizados alguns recursos ou ligações para ilustrar os principais acontecimentos relacionados com o RepositóriUM.

Consulte a Timeline!

Autor: José Carona Carvalho

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By 21 de Novembro de 2013 Read More →
Timeline Open Access UMinho

Timeline Open Access UMinho

No contexto da Semana Internacional do Open Access e das iniciativas de celebração do 10º aniversário do RepositóriUM, foi realizada uma mostra sobre os “Projetos Open Access nacionais e europeus com participação da Universidade do Minho”, da qual resultou a timeline que destaca os principais acontecimentos ligados ao Open Access e ao RepositóriUM.

(clique para obter a versão em PDF)

Para

Autor: José Carona Carvalho

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By 1 de Novembro de 2013 Read More →
Anotar em conformidade – Open Annotation

Anotar em conformidade – Open Annotation

Baseado num conceito antigo, o conceito de anotação tem ganho vários adeptos e são já muitas as iniciativas no contexto digital que recorrem a esse processo. Basicamente, a anotação é um processo que permite adicionar mais informação a um recurso ou objeto.

A maior parte dos utilizadores já conhecem esse processo através das funcionalidades dos editores de texto, tipo MS Word, com a possibilidade de comentar os conteúdos. Esse conceito alarga-se a outras ferramentas como leitores de PDF por exemplo, para citar apenas os mais comuns.

No contexto web, são várias as iniciativas que permitem desenvolver a anotação, como por exemplo o Diigo, o Web Notes, o Marker, o Speakingimage ou até o Youtube, através dos comentários incluídos nos vídeos e muitas vezes usados para fins promocionais. Por exemplo, num contexto mais relacionado com a produção científica, o Mendeley possui já incluída esta característica (http://www.mendeley.com/features/read-and-annotate & http://blog.mendeley.com/tipstricks/how-to-series-how-to-export-your-annotations-alone-or-with-your-pdf-part-8-of-12).

A iniciativa Open Annotation tem trabalhado recentemente na especificação “Open Annotation Core Data Model”  que define um framework de interoperabilidade na criação de associações entre recursos e anotações, utilizando uma metodologia compatível com a arquitetura da internet. Esta especificação adequa-se a diversos contextos de utilização, como comentar uma página web com outra página web, anotar uma imagem com uma nota, comentar vídeos ou partes de vídeos, anotar mapas, anotar vários objetos em simultâneo, etc… (ver mais em: http://www.w3.org/community/openannotation/wiki/Cookbook).

Com base nesta iniciativa, surge o projeto Hypothes.is, que pretende ser uma plataforma aberta para a avaliação colaborativa do conhecimento. Combina a possibilidade de se anotar até ao nível da frase, permitindo uma revisão colaborativa a referências, notícias, blogs, artigos científicos, livros, legislação, regulamentos, código de software, etc.

Consulte os 12 princípios inerentes a este projeto: http://hypothes.is/principles.

A definição da especificação e o conjunto de iniciativas em curso para o processo de anotação permitirão começar a delinear algum trabalho na área dos sistemas de informação para a ciência, nomeadamente na inclusão de processos de peer-review abertos a toda a comunidade, a possibilidade de obtenção de mais métricas alternativas sobre o conteúdo científico, o enriquecimento substancial do conteúdo e a promoção de ligações a conteúdos relacionados, tendo como base a perceção da comunidade de utilizadores.

Autor: José Carona Carvalho

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By 31 de Outubro de 2013 Read More →
SciCom 2013

SciCom 2013

Decorreu nos passados dias 27 e 28 de Maio, no Pavilhão do Conhecimento em Lisboa, o primeiro congresso português sobre Comunicação de Ciência, designado “SciCom PT 2013”.

Este congresso surge da necessidade da comunidade de profissionais que se dedicam à promoção, comunicação e disseminação de ciência em Portugal apresentar o trabalho realizado nestas áreas.  Para tal, definiram 3 tópicos principais:

:: Envolver o público
:: Envolver os cientistas
:: Envolver os media

O gabinete de projetos Open Access participou no evento com a apresentação de um Poster do projeto OpenAIREplus no sentido de divulgar junto desta comunidade os objectivos, âmbito e resultados do projeto.

Para mais informações sobre o evento consulte o website: http://comunicacaodeciencia.wordpress.com/

Na foto Cristina Ribas (Universidade Pompeu Fabra, Barcelona): Como podemos envolver os media na Comunicação de Ciência?

Autor: José Carona Carvalho

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By 11 de Junho de 2013 Read More →
IRUS-UK – Estatísticas de Uso de Repositórios Institucionais

IRUS-UK – Estatísticas de Uso de Repositórios Institucionais

Após a participação num webinar sobre este serviço, venho partilhar alguma informação relevante sobre o projeto e outras iniciativas na temática das estatísticas de uso.

O projeto IRUS-UK tem como âmbito disponibilizar as estatísticas de utilização dos repositórios do Reino Unido de acordo com um standard (COUNTER) para que todos tenham a mesma forma de medir, comparar dados que tiveram tratamento igual. 

Do ponto de vista estratégico, o projeto pretende coletar os dados estatísticos, processá-los de acordo com as recomendações da norma COUNTER, devolver essa informação tratada aos utilizadores do repositório, disponibilizar ao JISC (entre outros) um panorama sobre a utilização dos repositórios no Reino Unido e finalmente intermediar o processo com agências financiadoras como o Research Council ou o projeto OpenAIRE.

O projeto tem já vários repositórios integrados (para já DSpace e Eprints) e existem duas formas de enviarem a informação para um ponto central de gestão dos dados:

1 – Através de um código Tracker (tipo o google Analytics) que envia diretamente do servidor local (repositório) para o servidor central onde os dados serão agregados, tratados e apresentados.

2 – Utilizar o protocolo OAI-PMH para enviar os dados para o servidor central.

Devido à quantidade de dados gerados, optaram por usar o primeiro método pois através de OAI-PMH e considerando o crescimento do número de repositórios esse processo pode demorar muito tempo e sobrecarregar os sistemas.

O processamento dos dados no sistema central agrega os eventos recebidos e compila-os em downloads por dia. Organiza-os de acordo com as regras COUNTER e remove os robots e duplos cliques. Num segundo momento, os dados agregados são comparados com os que já existem no sistema central e são adicionados os valores diários, permitindo saber a evolução de downloads de um registo ao longo do tempo.

Existe ainda um terceiro momento no tratamento de dados que consiste em usar o identificador do registo (handle, DOI, ou outro) e através do protocolo OAI-PMH recuperar os metadados associados a esse registo. Desta forma ao identificador inicial ficam associados os restantes metadados, permitindo identificar o autor, título, tipo de documento, etc…

Após o processamento dos dados, toda a informação é apresentada num portal que permite visualizar vários tipos de relatórios com granularidade diária e mensal. Possui exportação em CSV/Excel e no próprio interface do Portal. Além disso, disponibiliza a informação no formato SUSHI com granularidade mensal.

A incorporação das estatísticas nos repositórios está ainda em desenvolvimento, mas será efetuada através de uma API (Web Service).

Este projeto IRUS-UK baseia-se nos resultados do projeto PIRUS2 que serviu de base ao desenvolvimento do serviço SCEUR do projeto RCAAP.

Este serviço baseia-se nas mesmas recomendações que o projeto PIRUS2 e utiliza o protocolo OAI-PMH para agregar os repositórios portugueses. O conceito do Portal agregador foi um pouco diferente no Projeto RCAAP pois foi usado o conceito de estatísticas à medida. Sendo assim o SCEUR é uma ferramenta que permite criar gráficos com base nos dados agregados. Uma diferença significativa entre o IRUS-UK e o SCEUR é que neste último existem mais opções de estatísticas além dos downloads, permitindo aceder às consultas da página de metadados, depósitos, publicações e número de registos.

Outro aspeto interessante no SCEUR é a possibilidade de subscrever por email o resultado de um gráfico. Por exemplo, se fizer um gráfico que mostre os downloads do último mês, pode subscrever esse gráfico todos os meses, recebendo assim automaticamente por correio eletrónico os downloads do último mês.

A temática das estatísticas de uso no contexto dos repositórios institucionais é importantíssima na medida em que permite disponibilizar indicadores da utilização dos recursos disponibilizados em acesso aberto. Além disso, possibilita um conjunto de novos serviços orientados para os diversos públicos (autores, gestores de repositórios, instituição, órgãos financiadores, observatórios nacionais, etc…).

Deve-se contudo olhar para as estatísticas de uso como um dos indicadores do repositório e no futuro conjugá-las com outras como as métricas alternativas. Além disso, assim que forem implementados em larga escala os índices de autoridade relativos ao autor poderemos ter uma visão mais concreta sobre o impacto e visibilidade de um determinado autor por exemplo.

Usando a expressão de Peter Drucker “Não se pode gerir aquilo que não se pode medir”, temos agora a possibilidade de gerir melhor os repositórios!

Autor: José Carona Carvalho

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By 15 de Abril de 2013 Read More →
Chamada de trabalhos para a 4ª Conferência Luso-Brasileira de Acesso Aberto

Chamada de trabalhos para a 4ª Conferência Luso-Brasileira de Acesso Aberto

A 4ª Conferência Luso-Brasileira de Acesso Aberto (CONFOA) realizar-se-á na Universidade de São Paulo, Brasil, nos dias 6 a 9 de outubro de 2013 e pretende reunir interessados em atividades de investigação, desenvolvimento, gestão de serviços e definição de políticas relacionadas com o acesso aberto à produção científica produzida em instituições de ensino e investigação.

Temas a desenvolver no âmbito da Conferência:

•   Políticas públicas de acesso aberto, mandatos em instituições de ensino, de investigação e desenvolvimento e em agências financiadoras de ciência.
•   Softwares abertos, protocolos de interoperabilidade entre repositórios e outros sistemas de informação de apoio à atividade científica e académica.
•   Repositórios de publicações e dados científicos, revistas científicas e outros.
•   Impacto do acesso aberto na comunidade científica e nos rankings tradicionais e alternativos.
•   Acesso aberto para uma ciência e uma investigação aberta.
•   Auto-arquivo e envolvimento da comunidade científica na construção de repositórios.
•   Direitos de autor.

Serão aceites trabalhos em português, espanhol ou inglês, desde que abordem temáticas relevantes para o contexto luso-brasileiro. Os trabalhos podem ser submetidos até dia 03 de maio de 2013 nas seguintes modalidades:

a) Comunicações – Deverá ser submetido um resumo informativo de 1 a 2 páginas (aproximadamente 500 a 1.000 palavras), contendo: objetivos, metodologia, resultados e conclusões. Para tanto, utilize o formulário de submissão de resumo de comunicação, que deverá ser submetido no sistema durante o processo de submissão.

b) Posteres – Deverá ser submetido um resumo informativo de 1 página (até 500 palavras), contendo: objetivos, metodologia, resultados e conclusões. Para tal, utilize o formulário de submissão de resumo de poster, que deverá ser submetido no sistema durante o processo de submissão.

A 4ª Conferência Luso-Brasileira sobre Acesso Aberto é promovida pelo Sistema Integrado de Bibliotecas da Universidade de São Paulo e conta com o apoio da Universidade do Minho e FCCN – Fundação para o Desenvolvimento da Computação Científica Nacional e do IBICT – Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia, Brasil.

Para submissões e mais informações consulte o website: http://sibi.usp.br/confoa2013

Autor: José Carona Carvalho

Gestor de Projeto no Gabinete de Projetos Open Access dos Serviços de Documentação da Universidade do Minho. Gestão dos serviços de informação, apoio e formação são as áreas de intervenção.

By 20 de Fevereiro de 2013 Read More →
Dados Científicos e CKAN – Software de Gestão de Dados Abertos

Dados Científicos e CKAN – Software de Gestão de Dados Abertos

A crescente disponibilização em acesso aberto da publicação científica fez emergir a necessidade do acesso aos dados científicos que deram origem à publicação. Não só como uma forma de comprovar o estudo inicial mas como partilha de informação para outros estudos derivados dos mesmos dados.

O conceito de disponibilização gratuita dos dados vai ao encontro da filosofia do acesso aberto em geral: “Open data is data that can be freely used, reused and redistributed by anyone – subject only, at most, to the requirement to attribute and sharealike.” por OpenDefinition.org

Existem diversos tipos de dados que são registados, quer a nível de projetos de investigação em instituições quer para entidades governamentais. A título de exemplo podemos indicar dados científicos, estatísticos, financeiros, meteorológicos, etc. No contexto da publicação científica interessará analisar os dados científicos em particular.

Um número crescente de políticas de financiadores de investigação científica tem vindo a contemplar o depósito e acesso aberto aos dados científicos. Por exemplo, no próximo programa quadro de investigação da EU, o Horizonte 2020 está previsto um projeto-piloto de acesso aberto aos dados científicos produzidos pelos projetos financiados.

Para dar resposta à crescente necessidade de depósito, acesso e reutilização dos dados científicos, a Open Knowledge Foundation desenvolveu o CKAN (http://ckan.org), uma plataforma open-source para gestão de dados científicos, disponibilizando ferramentas para publicação, partilha, recuperação e uso dos dados. Inicialmente desenvolvida para o projeto http://Datahub.io, é agora usada por várias iniciativas no mundo como o portal de dados governamentais do Reino Unido http://data.gov.uk, o portal europeu de dados públicos http://publicdata.eu ou a iniciativa nacional Dados.gov (http://www.dados.gov.pt).

As principais funcionalidades deste sistema são:

Publicação e Pesquisa – Permite a publicação através da importação ou submissão online, pesquisa livre ou por palavras-chave e consulta do histórico dos dados.

Armazenamento e gestão dos dados – Guarda os dados e respetivos metadados e permite a sua visualização através de tabelas, gráficos ou mapas. Permite-lhe também obter estatísticas sobre a utilização dos dados além de permitir a pesquisa espacial num mapa por exemplo.

Interoperabilidade – Permite criar redes de repositórios de dados federados e integrar o sistema com gestores de conteúdos (CMS) e criar uma comunidade de utilizadores em redor dos dados.

Extensível e personalizável – Além de ser disponibilizado no modelo de desenvolvimento open-source, existem diversas extensões que podem ser integradas com base nas necessidades de cada contexto.

Esta aplicação, e considerando a sua arquitetura e funcionalidades apresentadas, poderá ser um promotor da gestão consertada dos dados científicos pelas instituições e aumentar o número de datasets disponíveis em acesso aberto.

Autor: José Carona Carvalho

Gestor de Projeto no Gabinete de Projetos Open Access dos Serviços de Documentação da Universidade do Minho. Gestão dos serviços de informação, apoio e formação são as áreas de intervenção.

By 18 de Fevereiro de 2013 Read More →
Conheça o novo DSpace 3.0

Conheça o novo DSpace 3.0

Foi recentemente lançado o novo DSpace 3.0 no seguimento da sua última versão 1.8.2. Umas das alterações do novo DSpace é a sua numeração que passa a contar com dois dígitos 3 e 0 neste caso correspondendo o 3 a uma grande alteração e o 0 a alterações menores. As próximas versões com alterações menores serão 3.1, 3.2, 3.3 e só quando houver grandes mudanças se vai optar por 4.0, 4.1, etc. Está previsto o lançamento de uma versão nova com alterações significativas uma vez por ano, sendo as versões menores distribuídas com base na necessidade de corrigir eventuais bugs.

As Novas Funcionalidades:

Novo Interface OAI-PMH – Este novo interface baseia-se no conceito inicial do addon desenvolvido no âmbito do Projeto RCAAP (addon OAIextended) que permite a configuração de conjuntos (sets) de informação organizados com base em determinados requisitos. A aplicação prática destes conjuntos é a possibilidade de disponibilizar informação com base nas diretrizes Driver, OpenAIRE ou outras. Permite configurar, através de filtros e modificadores, todo o conteúdo do repositório. Para consultar, filtrar e modificar o conteúdo, usa o Solr, permitindo assim devolver um grande número de informação em muito pouco tempo.
Estatísticas baseads em Solr – Permite a consulta de estatísticas baseada no Solr, permitindo dessa forma uma grande melhoria de performance na consulta dos dados.
Google analytics para uma comunidade – Permite a um gestor de uma comunidade utilizar o Google analytics e perceber quem consulta as páginas e registos desse comunidade.
Vocabulários controlados para XMLUI – Apenas disponível no Interface XMLUI, inclui os vocabulários controlados do “The Norwegian Science Index” e “Swedish Research Subject Categories”.
Alteração da Autenticação – Melhorias significativas no funcionamento interno do processo de autenticação.
Importação de registos com base em referências bibliográficas – Permite a importação para o repositório de registos de metadados através dos formatos Endnote, BibTex, RIS, TSV e CSV.
Versões dos registos – Permite que sejam guardadas várias versões do registo, apenas disponível no interface XMLUI.
Formulários baseados nos tipos de documento – Permite que sejam configurados os campos necessários para cada tipo de documento que se pretenda depositar, para já apenas disponível em XMLUI, mas integrará a versão JSPUI na versão 3.1.
Consulte todas as novidades: https://wiki.duraspace.org/display/DSDOC3x/Preface

As Melhorias:

Embargo – utilização da data para libertar os ficheiros e metadados e correção dos metadados, apenas disponível para XMLUI.
Pesquisa – Melhorias no processo de pesquisa e na listagem dos diversos índices.
Grupos LDAP para grupos do DSpace – Permite a associação de grupos existentes nos sistemas de autenticação centralizado LDAP para os grupos internos de gestão do DSpace, permitindo por exemplo adicionar automaticamente determinadas permissões aos membros da instituição.

Ver mais em: https://wiki.duraspace.org/display/DSDOC3x/History

Nesta versão do DSpace devemos ainda realçar a participação portuguesa bastante ativa do “Committer” (contribuidor de código) João Melo que usou o conhecimento adquirido no âmbito do Projeto RCAAP para contribuir para a comunidade DSpace!

Documentação completa da nova versão: https://wiki.duraspace.org/display/DSDOC3x/DSpace+3.x+Documentation

Para iniciar o upgrade: https://wiki.duraspace.org/display/DSDOC3x/Upgrading+From+1.8.x+to+3.x

Autor: José Carona Carvalho

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By 10 de Dezembro de 2012 0 Comments Read More →
Workshop sobre Repositórios Open Access no 11º Congresso BAD

Workshop sobre Repositórios Open Access no 11º Congresso BAD

“Repositórios Open Access – novos serviços de apoio à atividade científica e académica” foi o tema do workshop apresentado pela equipa dos Projetos Open Access da Universidade do Minho no âmbito do 11º Congresso BAD.

Esta sessão integrada nos workshops pré-congresso abordou a interoperabilidade entre os repositórios e outros sistemas de informação de apoio à atividade científica e académica e a demonstração de serviços de valor acrescentado para repositórios.

Apresentações realizadas:

Parte 1 – Introdução

Parte 2 – Visão do Repositório Institucional

Parte 3 – Visão Nacional

Parte 4 – Perspetiva Internacional

Autor: José Carona Carvalho

Gestor de Projeto no Gabinete de Projetos Open Access dos Serviços de Documentação da Universidade do Minho. Gestão dos serviços de informação, apoio e formação são as áreas de intervenção.

Open Access no Porto Alive – Porto Canal

Open Access no Porto Alive – Porto Canal

No passado dia 10 de Outubro, Eloy Rodrigues foi convidado para falar no programa Porto Alive do Porto Canal sobre o movimento de Acesso Aberto e os 10 Anos da Declaração de Budapest – BOAI (Budapest Open Access Initiative).

Autor: José Carona Carvalho

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Repositórios Ligados e Integrados

Repositórios Ligados e Integrados

A manhã do 2º dia da Conferência Luso-Brasileira de Acesso Aberto ficou definitivamente marcada com a ideia dos “Repositórios Ligados e Integrados“.

A primeira sessão da manhã foi dedicada à gestão dos repositórios com as seguintes invervenções:

  • Avaliação de qualidade de repositórios institucionais brasileiros e portugueses.

      Michelli Costa

  • Preprint, postprint ou versão final? O desafio na gestão da informação no RIA e a promoção do acesso aberto.

      Diana Silva, Ana Bela Martins, Bella Nolasco

  • Repositórios institucionais: em busca do autoarquivamento.

       Gleice Pereira, Patricia Pacheco Barros, Morgana Carneiro Andrade

A Michelli Costa abordou um aspeto crítico na temática dos repositórios, a “Avaliação de qualidade dos repositórios”. Apesar da amostra do estudo ser bastante limitada, deve ser considerada a seleção de vários critérios  baseados em recomendações internacionais como as diretrizes Driver e o certificado DINI. A Diana Silva apresentou os problemas identificados na gestão dos depósitos e algumas formas de os contornar como o desenvolvimento de addons (importação de serviços como a Scopus e Isi, configuração da libertação dos registos embargados de forma  automática dos registos assim como o índice de autoridade) e atividades de formação da equipa e dos investigadores. A Patrícia Pacheco Barros aborda a implementação do autoarquivo no repositório da instituição, desde os desafios encontrados às práticas desenvolvidas para as colmatar.

Na segunda parte orientada ao valor acrescentado dos repositórios foram apresentados os seguintes tópicos:

  • Access to open data through open access articles in the life sciences.

      Johanna McEntyre  (EMBL-European Bioinformatics Institute)

  • Desafios e oportunidades da interoperabilidade nos repositórios de acesso aberto.

      Eloy Rodrigues (Universidade do Minho)

  • An embedded repository: the enlighten experience at the University of Glasgow.

       William Nixon (Glasgow University)

Johanna McEntyre (EMBL – European Bioinformatics Institute) aborda a temática dos dados científicos. Apresenta algumas análises da forma como os artigos em acesso aberto referenciam os dados científicos com a ajuda de técnicas de text mining (mineração de texto).

Com esta análise permite por exemplo agrupar artigos que ligam os mesmos dados, definir a citação dos dados como medida de impacto (Data Citation índex) e a forma de utilização dos dados (reutilização, submissão,…).

Eloy Rodrigues da Universidade do Minho aborda a interoperabilidade dos repositórios e a sua perspetiva de integração com infraestruturas para a ciência. Para tal, os repositórios definidos como tesouros não podem ser ilhas do tesouro que funcionam autonomamente e de forma independente mas devem integrar-se com outros sistemas, e é nesse contexto em rede que os repositórios promovem o seu verdadeiro valor.

William Nixon da Universidade de Glasgow apresentou o conceito de “embebed repository”. Neste contexto, o repositório deve estar integrado para que funcione como valor acrescentado para os autores e as instituições, poder reutilizar a sua produção científica, reduzir a duplicação de processos administrativos e finalmente explorar novas oportunidades como data mining, business intelligent, etc…

Apresentou também uma lista de serviços com os quais os repositórios devem interagir pois o repositório não é da biblioteca, mas sim da universidade, sendo por isso necessário a sua total integração.

Demonstrou ainda alguns exemplos de integração efetuados na sua universidade ao longo dos 10 anos como a página do autor, listas de publicações científicas, teses, autenticação centralizada, ligação com dados, etc.

Deixa no final uma equação dos 3P’s que são os principais focos de atuação considerados para o sucesso do repositório: “People x Processes x Policies”. Finalmente, define que um repositório integrado não é um objectivo final, mas sim uma tarefa constante.

Destas duas sessões ficou claro que a interoperabilidade dos sistemas de repositórios é a chave para que possam ser usados e reutilizados em diferentes contextos e para diferentes públicos.

 

Autor: José Carona Carvalho

Gestor de Projeto no Gabinete de Projetos Open Access dos Serviços de Documentação da Universidade do Minho. Gestão dos serviços de informação, apoio e formação são as áreas de intervenção.

Já disponível o “Open Monograph Press”

Já disponível o “Open Monograph Press”

A Public Knowledge Project (PKP) disponibilizou a versão beta do seu novo produto “Open Monograph Press” (OMP). Este sistema open source vem colmatar a necessidade de uma ferramenta para a gestão editorial de livros, volumes ou edições académicas considerando todo o processo de submissão, revisão por pares, edição e a sua publicação.

Segundo Jonh Willinsky, diretor e fundador da PKP, “We have worked hard to create a virtual publishing-house-in-a-box, which, in the hands of publishers and scholars, will give life to a new generation of learned books.”

O OMP revela-se uma marco importante para os produtos apresentados pela PKP, como o Open Journal Systems para gestão de revistas, o Open Conference Systems para gestão de conferências e o Open Harvester Systems para agregar recursos através do protocolo OAI-PMH. O seu desenvolvimento foi pensado para criar uma nova plataforma (framework) baseada nas últimas tecnologias e protocolos, com cuidados acrescidos ao nível do desenho de interface e usabilidade e que servirá de base para atualizar as próximas versões dos sistemas já distribuídos pela PKP.

Está disponível uma versão de demonstração em: http://pkp.sfu.ca/omp/presentation.

Mais informações em: http://pkp.sfu.ca/node/5549

A Public Knowledge Project (PKP) disponibilizou a versão beta do seu novo produto “Open Monograph Press” (OMP). Este sistema open source vem colmatar a necessidade de uma ferramenta para a gestão editorial de livros, volumes ou edições académicas considerando todo o processo de submissão, revisão por pares, edição e a sua publicação.

Segundo Jonh Willinsky, diretor e fundador da PKP, “We have worked hard to create a virtual publishing-house-in-a-box, which, in the hands of publishers and scholars, will give life to a new generation of learned books.”

O OMP revela-se uma marco importante para os produtos apresentados pela PKP, como o Open Journal Systems para gestão de revistas, o Open Conference Systems para gestão de conferências e o Open Harvester Systems para agregar recursos através do protocolo OAI-PMH. O seu desenvolvimento foi pensado para criar uma nova plataforma (framework) baseada nas últimas tecnologias e protocolos, com cuidados acrescidos ao nível do desenho de interface e usabilidade e que servirá de base para atualizar as próximas versões dos sistemas já distribuídos pela PKP.

Está disponível uma versão de demonstração em: http://pkp.sfu.ca/omp/presentation.

Mais informações em: http://pkp.sfu.ca/node/5549

Autor: José Carona Carvalho

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By 26 de Setembro de 2012 0 Comments Read More →
RCAAP ultrapassa os 100.000 documentos

RCAAP ultrapassa os 100.000 documentos

O Portal do Repositório Científico de Acesso Aberto de Portugal (RCAAP) ultrapassou os 100.000 documentos. O RCAAP consolida assim a sua função de agregador da ciência portuguesa em acesso aberto dado que estes documentos (artigos científicos, teses e dissertações e comunicações em conferências) estão disponíveis para download a qualquer internauta sem restrições ou barreiras. Os documentos foram agregados a partir de 41 recursos nacionais, 36 repositórios de instituições de ensino e investigação, e 5 revistas científicas.

Esta marca vem demonstrar os progressos assinaláveis no movimento de acesso aberto em Portugal: crescimento do número e dimensão dos repositórios de instituições de ensino e investigação portuguesas e incremento na mobilização da comunidade de investigação. Em quatro anos, o projeto RCAAP, afirmou-se e ganhou visibilidade e reconhecimento a nível nacional e internacional.

Estes resultados são apenas possíveis pelo forte envolvimento e dedicação de todos os interessados: investigadores, docentes, gestores/técnicos de repositórios e dirigentes. Parabéns a todos os que contribuíram para este êxito do RCCAP, e o nosso sincero obrigado.

Fonte: Blog RCAAP

O Portal do Repositório Científico de Acesso Aberto de Portugal (RCAAP) ultrapassou os 100.000 documentos. O RCAAP consolida assim a sua função de agregador da ciência portuguesa em acesso aberto dado que estes documentos (artigos científicos, teses e dissertações e comunicações em conferências) estão disponíveis para download a qualquer internauta sem restrições ou barreiras. Os documentos foram agregados a partir de 41 recursos nacionais, 36 repositórios de instituições de ensino e investigação, e 5 revistas científicas.

Esta marca vem demonstrar os progressos assinaláveis no movimento de acesso aberto em Portugal: crescimento do número e dimensão dos repositórios de instituições de ensino e investigação portuguesas e incremento na mobilização da comunidade de investigação. Em quatro anos, o projeto RCAAP, afirmou-se e ganhou visibilidade e reconhecimento a nível nacional e internacional.

Estes resultados são apenas possíveis pelo forte envolvimento e dedicação de todos os interessados: investigadores, docentes, gestores/técnicos de repositórios e dirigentes. Parabéns a todos os que contribuíram para este êxito do RCCAP, e o nosso sincero obrigado.

Fonte: Blog RCAAP

By 10 de Setembro de 2012 0 Comments Read More →
Open Repositories 2012 disponibilizou vídeos das sessões

Open Repositories 2012 disponibilizou vídeos das sessões

Estão disponíveis no Youtube as diversas as gravações vídeo das sessões da conferência Open Repositories 2012 que teve lugar em Edinburgo no passado mês de Julho: http://www.youtube.com/OpenRepos2012

Para mais informações, consulte o website da conferência: http://or2012.ed.ac.uk/

 

Autor: José Carona Carvalho

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