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Workshop – A Ciência Aberta no H2020

Workshop – A Ciência Aberta no H2020

Workshop – Open Science and European Open Access policies in H2020

Realiza-se no próximo dia 26 de abril, das 9:00 às 12:00 no Centro Cultura Vila Flor em Guimarães, integrado no 5° Encontro Português de Jovens Químicos (PYCheM) e o 1° Encontro Europeu de Jovens Químicos (EYCHeM) (http://5pychem.eventos.chemistry.pt/), um workshop dedicado à Ciência Aberta e à política Open Access do programa quadro H2020.

Focado nos jovens investigadores, este workshop pretende apresentar as vantagens da Ciência Aberta no contexto atual da gestão de ciência e a forma como os financiadores potenciam esse contexto aberto, quer para as publicações, quer para os dados científicos.

Programa:

What could Open Science mean for Chemistry? – Simon Coles – University of Southampton

Open Access to Publications in H2020 – Pedro Príncipe – University of Minho

Research Data Management – Joy Davidson – Digital Curation Centre

 

Esta iniciativa promovida pelo projeto FOSTER permite-lhe participar gratuitamente no workshop, sujeito a inscrição através do correio eletrónico europychem@gmail.com para onde devem enviar o vosso nome completo.

 

pychem

 


foster
 sdum

Autor: José Carona Carvalho

Gestor de Projeto no Gabinete de Projetos Open Access dos Serviços de Documentação da Universidade do Minho. Gestão dos serviços de informação, apoio e formação são as áreas de intervenção.

By 19 de Abril de 2016 Read More →
Experimente o Novo Validador RCAAP

Experimente o Novo Validador RCAAP

O Projeto RCAAP disponibilizou recentemente a versão beta do novo Validador RCAAP. Esta nova versão pretende tornar mais versátil e alargar o âmbito do tipo de validações disponíveis aos recursos de informação científica.

Usando como interface o protocolo OAI-PMH, este validador analisa os metadados de acordo com diversos contextos de validação como as diretrizes DRIVER, trabalhos financiados pela FCT, pela comissão europeia através das diretrizes OpenAIRE, as teses e dissertações, entre outros perfis. Integrada no processo de agregação do Portal RCAAP, a ferramenta pode ainda ser usada para apoiar planos de preservação de dados, identificando os formatos dos ficheiros através da ferramenta FITS.

O processo de validação de metadados aplica 3 tipos diferentes de validações:

  1. Verifica a presença de elementos (ex: título);
  2. Verifica se o elemento está bem formatado (ex: data);
  3. Verifica se o conteúdo é igual a um vocabulário (ex: dc.rights com base em orientações driver).

Uma das principais novidades da segunda versão do Validador RCAAP é a possibilidade de escolher um determinado conjunto (set do OAI-PMH), ou seja, uma coleção do repositório ou uma secção de uma revista.

Finalmente, integra uma nova interface e uma tradução em Inglês para que esteja disponível para os gestores de repositórios de todo o mundo.

Validador RCAAP 2

Esta atualização do Validador RCAAP disponibiliza uma ferramenta para promover a qualidade do repositório, a sua harmonização e a interoperabilidade a nível nacional e internacional.

Autor: José Carona Carvalho

Gestor de Projeto no Gabinete de Projetos Open Access dos Serviços de Documentação da Universidade do Minho. Gestão dos serviços de informação, apoio e formação são as áreas de intervenção.

By 5 de Maio de 2015 Read More →
O que é o ORCID?

O que é o ORCID?

Hoje em dia é cada vez mais difícil manter uma lista atualizada do número de publicações que os investigadores desenvolvem, quer orcid_128x128pela diversidade de serviços de informação onde os trabalhos são publicados e distribuidos, quer pela quantidade de trabalhos desenvolvidos em co-autoria. Nos processos de gestão desta informação existiu sempre a problemática da identificação inequívoca do autor, sendo na maior parte dos casos apenas possível ao nível da instituição.

O ORCID (Open Researcher and Contributor Identifier), pretende resolver esse problema através da atribuição de um identificador universal a cada investigador.

ORCID para Investigadores

O ORCID é gratuito para os investigadores e permite a criação de uma conta pessoal onde o autor identifica a sua publicação científica nas bases referenciais disponíveis (ANDS, PubMed Central, ResearcherID, SCOPUS, DataCite, CrossRef…). Para cada uma das fontes, o autor deve autorizar a fonte (base de dados) para associar ao seu perfil e desse modo poder usufruir da integração desenvolvida nessa base de dados para o ORCID.

Por exemplo, se adicionar a CrossRef Metadata Search ao seu perfil ORCID, vai aceder ao serviço já autenticado com a sua conta do ORCID, permitindo a associação dos registos de uma forma mais fácil e integrada.

figura3

Login ORCID integrado no CrossRef

 

Após uma pesquisa, o utilizador tem acesso a um botão que adiciona a produção científica identificada na conta ORCID do utilizador.

figura2

Registo da Pesquisa no CrossRef com ORCID

Este mecanismo permite de forma clara e integrada adicionar os registos à sua conta.

Nos caso dos utilizadores que não seguem diretamente a via do ORCID para ir consultar as bases de dados, existe no próprio sistema (CrossRef Metadada Search neste exemplo) uma opção para efetuar login com as credenciais do ORCID como ilustra a seguinte figura.

figura1

Login no CrossRef Metadata Search com dados do ORCID

Para os investigadores que não possuem os seus trabalhos nas bases de dados ligados ao ORCID, têm sempre a possibilidade de colocar o registo manualmente ou de enviar uma lista de referências bibliográficas em Bibtex.

Veja o vídeo oficial sobre o serviço ORCID que demonstra facilmente como funciona o ORCID.

What is ORCID? from ORCID on Vimeo.

 

ORCID para Organizações

Nas organizações que desenvolvem investigação, como as Universidades, Institutos, Hospitais, etc, o foco de atuação do sistema ORCID está nos relatórios da atividade científica, na consulta dessa informação e na introdução dessa informação nos sistemas internos das instituições.

Por outro lado, permite a criação de contas dos autores atualizadas com as contas institucionais. Finalmente, permite utilizar a informação do ORCID para popular o repositório institucional ou até atualizar o ORCID com base no que está no repositório.

 

Programadores

Enquanto serviço integrado que o ORCID pretende ser, têm feito esforços no sentido de definir novas oportunidades para integrarem os identificadores ORCID nos sistemas existentes e nos seus workflows como nos RIS, sistemas de gestão de revistas, de financiadores e bases de dados sob subscrição. Só a partir do momento em que os dados são integrados localmente é que é depois possível ligar toda a informação e de forma automática ao autor.

Existe documentação para os programadores, onde podem iniciar e conhecer um pouco melhor a API do ORCID (http://support.orcid.org/knowledgebase/articles/180285-introduction-to-the-orcid-api), registar a API de desenvolvimento (http://orcid.org/node/176), e pedir ajuda (http://support.orcid.org/).

Existe também uma apresentação das 5 formas mais comuns de integrar com o ORCID (http://prezi.com/xdrpzjogxqns/orcid-member-integration-guide/):

– Obter o ORCID ID de um utilizador
– Obter dados de um registo ORCID
– Permitir a importação do fornecedor de dados
– Ligar o perfil de utilizador ao sistema de autoridade institucional
– Criar ID´s ORCID para os colaboradores

Pode-se monitorizar a evolução das integrações com o ORCID: http://orcid.org/organizations/integrators/integration-chart assim como as integrações atuais com o ORCID: http://orcid.org/organizations/integrators/current

Para se poder utilizar algumas funcionalidades avançadas do serviço é necessário tornar-se membro institucional e aderir a um dos acordos disponíveis, dependendo do tipo de integração e âmbito desejados.

Autor: José Carona Carvalho

Gestor de Projeto no Gabinete de Projetos Open Access dos Serviços de Documentação da Universidade do Minho. Gestão dos serviços de informação, apoio e formação são as áreas de intervenção.

By 13 de Novembro de 2014 Read More →
How Open Is It? Espetro do Acesso Aberto em Português

How Open Is It? Espetro do Acesso Aberto em Português

Os Serviços de Documentação da Universidade do Minho em colaboração com a PLOS levaram a cabo a tradução para português do guia HowOpenIsIt? Espetro do Acesso Aberto. Este guia pretende ser um suporte de apoio para compreender os componentes que definem as revistas científicas em Acesso Aberto, reconhecer o que faz uma revista científica ser mais ou menos aberta e tomar decisões informadas sobre onde publicar.

O guia está disponível no website da iniciativa em PDF e licenciado sob CC BY.

 

Autor: Clara Parente Boavida

Membro da equipa de projetos Open Access dos Serviços de Documentação da Universidade do Minho. A desempenhar funções como Open Access Advisor desde 2009.

By 13 de Junho de 2014 Read More →
Novas abordagens para o futuro da Publicação Científica: integração “Fiduswriter” e “Open Journal System”

Novas abordagens para o futuro da Publicação Científica: integração “Fiduswriter” e “Open Journal System”

Os recentes desenvolvimentos tecnológicos, principalmente nesta última década, obrigaram a repensar o sistema de publicação científica com alterações nos processos inerentes à publicação.

Analisando os diversos sistemas agregadores de informação científica, verificamos que existem várias abordagens na forma como se apresentam os resultados e na forma como se organizam os mesmos. O caso do SCIELO, por exemplo, implica a transformação do texto integral para o formato HTML, de acordo com determinadas regras. Já na Pubmed, o formato utilizado é o XML mas apenas para os metadados. No contexto da Pubmed Central, o texto integral é obrigatório, usando como formato o XML de acordo com uma especificação própria, o JATS. Finalmente, no contexto dos repositórios, preconiza-se um formato amplamente divulgado e de fácil acesso, como é o PDF.

A problemática neste contexto é: 1) o utilizador comum não tem facilidade em criar um artigo em formato HTML ou XML de acordo com as regras definidas por editores; 2) o papel e contributo do autor deve estar focado no conteúdo científico do artigo e não propriamente na sua forma.

Foi assim, com base nestas premissas, que Takuto Kojima da equipa do FIDUS WRITER se juntou a Alec Smecher da equipa do Open Journal System para trabalharem na integração destes dois sistemas.

O FIDUS WRITER é um editor de texto colaborativo orientado à escrita científica com a possibilidade de usar citações e fórmulas matemáticas. Tem como principal foco o conteúdo, permitindo depois exportar esse conteúdo para diversos formatos.
O Open Journal System (OJS) é uma aplicação para a gestão do ciclo editorial das revistas científicas, que além de permitir a gestão da submissão dos trabalhos, da revisão e edição, permite também apresentar os resultados científicos com inúmeras integrações com outros sistemas e um grande nível de interoperabilidade.

A ligação entre estes dois sistemas permite mudar por completo o processo de escrita científica, em que o autor utiliza um ambiente online (em oposição ao Word) que integra com o serviço de gestão da revista, neste caso o OJS. Nesta fase, trata-se apenas de referenciar o trabalho no processo de submissão da revista.

Posteriormente, no processo de revisão, o revisor consulta e anota a mesma versão online na qual o autor posteriormente poderá corrigir. Sendo assim, o trabalho é apenas um e são usadas funcionalidades de revisão/anotação.
No final do processo de revisão é exportado o conteúdo do trabalho no ou nos formatos mais adequados ao contexto (ebook, pdf, xml, html, epub, latex…).

Este processo está exemplificado no seguinte vídeo:

Consulte a entrevista completa aqui: http://fiduswriter.org/2014/01/20/fidus-writer-and-the-open-journal-systems/

Esta abordagem nos novos processos de publicação científica segue a tendência generalizada para centralizar na web (cloud) todos os conteúdos e serviços associados. O Google Drive é um bom exemplo, permitindo desenvolver na web as tarefas básicas do Word, Powerpoint e Excel.

Este iniciativa é reveladora da melhoria contínua do processo de publicação científica, aproveitando ao máximo as potencialidades da interoperabilidade dos sistemas.

Autor: José Carona Carvalho

Gestor de Projeto no Gabinete de Projetos Open Access dos Serviços de Documentação da Universidade do Minho. Gestão dos serviços de informação, apoio e formação são as áreas de intervenção.

By 19 de Fevereiro de 2014 Read More →
Uma breve análise aos futuros interfaces do DSpace & OJS

Uma breve análise aos futuros interfaces do DSpace & OJS

Os sistemas e aplicações no domínio da publicação científica e académica têm vindo a sofrer alterações ao longo do tempo, quer ao nível das tecnologias utilizadas, quer na abordagem que estes possuem diante do utilizador. Particularmente no contexto das plataformas de repositórios digitais e revistas científicas em acesso aberto está prestes a acontecer essa mudança, e de uma forma significativa.

No sistema DSpace está já prevista, para a versão 4.0 (dezembro 2013), a utilização da framework “Bootstrap” que vai alterar definitivamente o interface dos repositórios. Atualmente o DSpace oferece duas opções de interface, uma mais comum, a JSPUI e outra com algumas melhorias ao nível do interface designada XMLUI. A nova interface vem substituir a JSPUI.

Alguns exemplos do novo interface do DSpace:

 

 

No caso do OJS (Open Journal System), a próxima versão 3.0 vai herdar o trabalho desenvolvido com o OMP (Open Monograph Press) que concretiza uma nova abordagem com o utilizador. Este trabalho será também reutilizado nas restantes aplicações desenvolvidas pela PKP (Public Knowledge Project). Esta nova abordagem vai simplificar o interface do utilizador e uniformizar processos entre as várias aplicações do projeto PKP.

Exemplos do novo interface:

 

Estas mudanças nos interfaces de ambos os sistemas, era há muito um requisito pedido pela comunidade, contudo, o seu enorme impacto foi adiando sempre a sua implementação. As vantagens são óbvias, por um lado implementa um padrão de interface de acordo com as normas atuais, e por outro facilita o desenvolvimento e adaptação do aspeto gráfico. Destaque igualmente para a importância de tornar esses inferfaces adaptáveis (responsive) a vários tamanhos de ecrã, tornando-se claramente uma mais-valia para a utilização em dispositivos móveis como smartphones e tablets.

Além desses aspetos técnicos, também a usabilidade foi revista e os processos simplificados para aquilo que é mais comum ao utilizador comum. Esta alteração, apesar de positiva, vai afetar bastante os processos de quem já usava estas ferramentas, pois tudo mudou de sítio assim como afetará todos os recursos de apoio ao utilizador que deixarão de fazer sentido nas próximas versões destas aplicações.

Resta-nos aguardar pelo resultado final.

Autor: José Carona Carvalho

Gestor de Projeto no Gabinete de Projetos Open Access dos Serviços de Documentação da Universidade do Minho. Gestão dos serviços de informação, apoio e formação são as áreas de intervenção.

By 9 de Dezembro de 2013 Read More →
SciCom 2013

SciCom 2013

Decorreu nos passados dias 27 e 28 de Maio, no Pavilhão do Conhecimento em Lisboa, o primeiro congresso português sobre Comunicação de Ciência, designado “SciCom PT 2013”.

Este congresso surge da necessidade da comunidade de profissionais que se dedicam à promoção, comunicação e disseminação de ciência em Portugal apresentar o trabalho realizado nestas áreas.  Para tal, definiram 3 tópicos principais:

:: Envolver o público
:: Envolver os cientistas
:: Envolver os media

O gabinete de projetos Open Access participou no evento com a apresentação de um Poster do projeto OpenAIREplus no sentido de divulgar junto desta comunidade os objectivos, âmbito e resultados do projeto.

Para mais informações sobre o evento consulte o website: http://comunicacaodeciencia.wordpress.com/

Na foto Cristina Ribas (Universidade Pompeu Fabra, Barcelona): Como podemos envolver os media na Comunicação de Ciência?

Autor: José Carona Carvalho

Gestor de Projeto no Gabinete de Projetos Open Access dos Serviços de Documentação da Universidade do Minho. Gestão dos serviços de informação, apoio e formação são as áreas de intervenção.

By 11 de Junho de 2013 Read More →
Chamada de trabalhos para a 4ª Conferência Luso-Brasileira de Acesso Aberto

Chamada de trabalhos para a 4ª Conferência Luso-Brasileira de Acesso Aberto

A 4ª Conferência Luso-Brasileira de Acesso Aberto (CONFOA) realizar-se-á na Universidade de São Paulo, Brasil, nos dias 6 a 9 de outubro de 2013 e pretende reunir interessados em atividades de investigação, desenvolvimento, gestão de serviços e definição de políticas relacionadas com o acesso aberto à produção científica produzida em instituições de ensino e investigação.

Temas a desenvolver no âmbito da Conferência:

•   Políticas públicas de acesso aberto, mandatos em instituições de ensino, de investigação e desenvolvimento e em agências financiadoras de ciência.
•   Softwares abertos, protocolos de interoperabilidade entre repositórios e outros sistemas de informação de apoio à atividade científica e académica.
•   Repositórios de publicações e dados científicos, revistas científicas e outros.
•   Impacto do acesso aberto na comunidade científica e nos rankings tradicionais e alternativos.
•   Acesso aberto para uma ciência e uma investigação aberta.
•   Auto-arquivo e envolvimento da comunidade científica na construção de repositórios.
•   Direitos de autor.

Serão aceites trabalhos em português, espanhol ou inglês, desde que abordem temáticas relevantes para o contexto luso-brasileiro. Os trabalhos podem ser submetidos até dia 03 de maio de 2013 nas seguintes modalidades:

a) Comunicações – Deverá ser submetido um resumo informativo de 1 a 2 páginas (aproximadamente 500 a 1.000 palavras), contendo: objetivos, metodologia, resultados e conclusões. Para tanto, utilize o formulário de submissão de resumo de comunicação, que deverá ser submetido no sistema durante o processo de submissão.

b) Posteres – Deverá ser submetido um resumo informativo de 1 página (até 500 palavras), contendo: objetivos, metodologia, resultados e conclusões. Para tal, utilize o formulário de submissão de resumo de poster, que deverá ser submetido no sistema durante o processo de submissão.

A 4ª Conferência Luso-Brasileira sobre Acesso Aberto é promovida pelo Sistema Integrado de Bibliotecas da Universidade de São Paulo e conta com o apoio da Universidade do Minho e FCCN – Fundação para o Desenvolvimento da Computação Científica Nacional e do IBICT – Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia, Brasil.

Para submissões e mais informações consulte o website: http://sibi.usp.br/confoa2013

Autor: José Carona Carvalho

Gestor de Projeto no Gabinete de Projetos Open Access dos Serviços de Documentação da Universidade do Minho. Gestão dos serviços de informação, apoio e formação são as áreas de intervenção.

By 20 de Fevereiro de 2013 Read More →
Open Journal Systems no Portal RCAAP

Open Journal Systems no Portal RCAAP

Com a introdução de revistas científicas nos recursos do Portal RCAAP foi necessário reformular as “Condições de Agregação do Portal RCAAP”, tanto para a aceitação dos conteúdos revistas científicas como para o caso dos dados científicos.

Estas condições definem quais as características dos metadados e os requisitos técnicos necessários para que as revistas científicas passem a ser agregadas no Portal RCAAP.

Ainda no âmbito deste projeto, foi criado o Serviço de Alojamento de Revistas Científicas (SARC) com o Open Journal System (OJS), um sistema open-source com provas dadas pelo mundo fora e com algumas instâncias já em funcionamento em Portugal.

O Tutorial AGREGAÇÃO DE REVISTAS CIENTÍFICAS COM OJS NO PORTAL RCAAP pretende descrever quais os passos necessários para que as revistas que utilizam este sistema possam de forma mais automatizada, integrar o Portal RCAAP, dando-lhe ainda maior visibilidade e ir ao encontro do que são as diretrizes DRIVER.

Este recurso disponibilizado pelo Projeto RCAAP revela-se de grande utilidade mesmo para quem não tem grandes conhecimentos técnicos!

URL: http://projecto.rcaap.pt/index.php/lang-pt/consultar-recursos-de-apoio/remository?func=fileinfo&id=352

 

Autor: José Carona Carvalho

Gestor de Projeto no Gabinete de Projetos Open Access dos Serviços de Documentação da Universidade do Minho. Gestão dos serviços de informação, apoio e formação são as áreas de intervenção.

Topic Maps: Acesso Aberto e Publicação Científica

Topic Maps: Acesso Aberto e Publicação Científica

Foram desenvolvidos no Projeto Necobelac, em vários idiomas, um conjunto de topic maps (um misto de conteúdos e mapas mentais) sobre dois pilares do projeto: Acesso Aberto e Publicação Científica.

Para cada tópico existe uma descrição do tópico abordado, recursos para mais leitura e temas para debate que podem ser aproveitados para efeitos de formação, workshops, etc. Além disso, pode explorar os conteúdos através de ligações / relações entre os tópicos.

Este recurso reveste-se de particular importância, pois além de disponibilizar muita informação atualizada permite uniformizar a taxonomia usada nesta área e contextualizar a sua relação com os demais tópicos.

Topic Maps disponíveis em: http://62.204.194.27/necobelac/indexing.jsp

Autor: José Carona Carvalho

Gestor de Projeto no Gabinete de Projetos Open Access dos Serviços de Documentação da Universidade do Minho. Gestão dos serviços de informação, apoio e formação são as áreas de intervenção.